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Taques pede compreensão dos prefeitos por dinheiro do carnaval, mas prioridade é saúde


Deixando claro que conhece a repercussão da medida nos municípios, o governador José Pedro Taques (PSDB) afirmou que a decisão de não pagar as emendas impositivas do carnaval ocorreu por força da grave crise econômica e da necessidade de socorrer a saúde pública de Mato Grosso. Ele pediu a compreensão dos prefeitos e negou que haja confronto com os parlamentares, autores das emendas, chegando a abraçar publicamente o primeiro secretário da Assembleia Legislativa, deputado Guilherme Maluf (PSDB), durante evento em Chapada dos Guimarães na última semana.
 
Taques utilizou até um jargão popular para afiançar sua paixão pela folia de momo. “Nada contra o carnaval. Quem não gosta de samba, bom sujeito não é. É ruim da cabeça ou doene do pé. Nós gostamos de caranaval. Mas a prioridade agora é a saúde. Peço a compreensão dos prefeitos”, observou ele.

Corrupção, má uso de recursos públicos em gestões anteriores e a crise econômica, segundo o chefe do Poder Executivo, levaram aos problemas da atualidade. “Nós sabemos que vivemos momento de grave crise econômica. E conto com a compreensão de todos, porque estamos trabalhando para resolver o problema da saúde”, citou o governador.
 
A emenda impostiva de R$ 100 milhões da bancada de Mato Grosso para custeio parcial da saúde deve chegar a Cuiabá nos próximos dias. “Agradeço à bancada federal de Mato Grosso, através dos três senadroes e dos oito deputados fedrais, que destinaram R$ 100 milhões para a saúde pública. Não seria razoável, neste ano, investir no carnaval quando a saúde  está necessitando de cada real”, ponderou Pedro Taques, para a reportagem do Olhar Direto.
 
O governador lembrou que, na semana passada, fez uma via crucis com o deputado federal Victório Galli (PSC), coordenador da bancada de Mato Grosso no Congresso, em busca dos R$ 100 milhões. Eles foram ao Ministério da Saúde, Casa Civil e Gabinete de Relações Políticas da Presidência da República.
 
“A emenda da saúde vai chegar a Cuiabá. Estive com o coordenador Victório Galli no Ministéiro da Saúde, no Gabinte da Presidência e na Casa Civil. Já foi empenhado e deve ser liquidado e pago atgé 10 de fevereiro”, avaliou Pedro Taques.
 
Na volta dos trabalhos da Assembleia Legislativa, em fevereiro, Pedro Taques vai enfrentar uma prova de fogo, diante da iminente instalação da CPI do Fethab e Fundeb.  Os deputados estaduais vão investigar possíveis desvios de finalidade na gestão  dos fundos, em 2017.
gestão  dos fundos, em 2017.
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Enviado Especial a Chapada dos Guimarães - Ronaldo Pacheco


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