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Polícia Civil cumpre buscas e conduções coercitivas em investigações de fraudes na Prefeitura de Nova Bandeirantes


Doze mandados de busca e apreensão são cumpridos na manhã desta quarta-feira (20),  na operação "Loki", deflagrada pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), em três cidades do interior de Mato Grosso.  Também são cumpridos seis conduções coercitivas para depoimentos  nas investigações.

Em Nova Bandeirantes são cumpridos 10 ordens judiciais e nas cidades de Nova Monte Verde e Sorriso 1 mandado de busca em cada. As buscas na cidade de Nova Monte Verde são realizadas na casa do advogado da Prefeitura de Nova Bandeirantes e em Sorriso na empresa Agile, responsável pelo Sistema de Controle Financeiro da Prefeitura de Nova Bandeirantes. 

A operação da Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Fazendária,  visa apreender documentos, computadores e celulares que possam comprovar indícios de crimes contra a administração pública, peculato, associação criminosa e crime de responsabilidade de prefeito da atual gestão da Prefeitura de Nova Bandeirantes, iniciada em 1 de janeiro de 2017.


Na operação, os policiais também cumprem seis mandados de conduções coercitivas em desfavor do membros da Prefeitura de Nova Bandeirantes e prestadores de serviços, nas fraudes que apuram desvio de recursos públicos após emissão em duplicidade de documentos denominados Notas de Autorização de Despesas (NAD) e pagamentos ilegais efetuados em caráter de prioridade por serviços não prestados a Prefeitura de Nova Bandeirantes, com participação de prestadores de serviços, funcionários públicos municipais  e o atual prefeito Valdir Pereira dos Santos, conhecido como Rio Branco.

As investigações também apuram fraudes na entrega de produtos a Prefeitura, decorrentes de aquisição por processo licitatórios e por compras diretas durante a atual gestão.

Os trabalhos contam com apoio de policiais da Delegacia Regional de Alta Floresta,  do Grupo Armado de Resposta Rápida (Garra) de Alta Floresta, da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) e peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Participam da operação 4 peritos da Politec, 36 investigadores, 11 escrivães e 7 delegados de polícia.

O nome da "Loki" é referente ao Deus nórdico conhecido por ações de trapaças, dissimulações e traição.  


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